Porn Stories Grávida obscena
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**Title: A Gravidez Obscena de Mihou**
Eu sempre soube que Mihou era diferente—não só pela personalidade, mas pelo corpo. Intersexo, perfeito em sua ambiguidade, uma mistura que me deixava louco de desejo. E agora, grávida, estava ainda mais linda—peitos inchados, a barriga redonda marcando cada centímetro da gravidez, e aquela púrpura quente entre as pernas que eu não conseguia ignorar.
Estávamos no quarto, a luz do entardecer pintando a pele dela de dourado. Ela deitou-se na cama, nua, com as pernas ligeiramente abertas, convidando. Seus dedos já deslizavam devagar sobre o clitóris, inchado de tesão.
—Wu…— ela gemeu, arrepiando minha pele.
Não resisti. Me ajoelhei entre suas pernas, segurando seus joelhos e abrindo ela ainda mais. Sua pussy estava molhada, os lábios inchados e rosados, o cheiro doce e intoxicante. Ela já estava se tocando, dois dedos mergulhados dentro enquanto o polegar massageava o clit.
—Quero te chupar— eu disse, roçando meu rosto na coxa dela.
—Por favor— ela resmungou, arqueando as costas.
Abaixei a boca e lambi devagar, da entrada até o clit. Ela sacudiu, gemia alto, e senti seus dedos se agarrando ao meu cabelo. Chupava ela com vontade, sugando os lábios, enfiando a língua no buraco quente dela enquanto meus dedos apertavam suas coxas.
—Tira os dedos— eu avisei, e ela obedeceu, deixando eu assumir o controle.
Meti dois dedos dentro dela, sentindo as paredes apertadas e quentes se contraírem em volta deles. Ao mesmo tempo, fechei os lábios em volta do clit dela e chupei com força. Ela gritou, seu corpo todo tremendo, e senti o jorro quente escorrendo pela minha mão.
—Caralho, Wu…— ela gemeu, ofegante.
Eu não parei. Continuei dedando ela enquanto lambia todo o mel que escorria. Ela começou a se contorcer, tentando fugir da sensação, mas eu segurava firme suas coxas e mantinha ela no lugar.
—Ainda não acabou— eu avisei, e ela gemeu de novo.
Com uma mão, eu abri mais ela, com a outra puxei meu pau pra fora—já estava latejando, todo babado de tesão. Esfreguei a cabecinha no clit dela, fazendo ela suspirar, então comecei a me masturbar bem na frente dela.
—Olha o quanto eu quero você— eu disse, passando o pau nos lábios dela, misturando meu precum com o mel já escorrendo.
Mihou me olhou com olhos vidrados, a boca aberta, os peitos pesados subindo e descendo enquanto respirava rápido.
—Quero gozar nessa barriga linda— eu disse, acelerando a mão no meu pau.
Ela gemeu e abriu mais as pernas, oferecendo o corpo todo. Não demorou muito—com um rosnado, eu jorrei porra quente na barriga dela, pintando a pele macia de branco. Ela arqueou as costas, esfregando os dedos no próprio clit novamente, e gozou de novo, tremendo toda.
Depois, caímos juntos na cama, suados e ofegantes. Eu passei a mão na barriga dela, sentindo o calor da gravidez e do sexo ainda pulsando entre nós.
—Você é um monstro— ela disse, rindo, mas com a voz ainda rouca de prazer.
Eu só sorri e beijei ela, saboreando o gosto dela ainda na minha boca.
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