Porn Stories Primeira noite
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**TÃtulo: Marcas do Desejo**
Eu conheci a Mihou numa festa universitária. Desde o primeiro momento, aquele corpo ambiguo e sensual me chamou atenção—ombros largos, quadris curvados, uma mistura de masculino e feminino que me deixou de pau duro na hora. A gente trocou olhares, alguns drinks, e antes que eu percebesse, estávamos num beco escuro atrás do bar, com a minha boca colada na dela.
O beijo foi selvagem desde o começo. Mihou mordeu meu lábio, puxou meu cabelo com força e eu respondi na mesma moeda, enfiando a lÃngua até o fundo daquela boca quente. As mãos dela já estavam no meu jeans, abrindo o zÃper com pressa, enquanto eu apertava aquele corpo contra o meu. Sentia os seios pequenos de Mihou esfregando no meu peito, mas também a pressão de uma ereção crescente contra minha coxa.
“Quero te marcar,” ela disse, arranhando minhas costas enquanto mordiscava meu pescoço.
Eu entendi na hora. Puxei a blusa dela pra baixo, expondo o ombro, e afundei os dentes na pele macia. Mihou gemeu alto, empinando o quadril contra mim enquanto eu sugava forte, deixando um roxo escuro naquele pedaço de carne. “Isso, porra, deixa mais,” ela rosnou, apertando minha nuca.
A gente se ajeitou melhor ali mesmo contra a parede. Eu desci com a boca pelo corpo dela, mordendo e chupando cada pedaço—os mamilos duros, o estômago tenso, até chegar na cintura da calça. Puxei pra baixo com força e lá estava, o pau dela já todo inchado, escorrendo pré-cum. Mas logo abaixo, a abertura úmida de uma buceta apertadinha.
Mihou tremeu quando eu lambi de uma vez, do saco até o clitóris, enfiando a lÃngua fundo no canto molhado. “Caralho, assim, não para—” Ela arqueou as costas, segurando minha cabeça enquanto eu chupava com vontade, bebendo o gosto salgado dela. De vez em quando dava uma passada no pau, engolindo a cabecinha enquanto os dedos enfiavan na buceta, fazendo um barulho obsceno.
“Não aguento,” Mihou gemeu. “Quero te foder. Agora.”
Eu levantei rápido, puxando ela de costas pra mim, esfregando meu pau latejando naquele cu apertado. Ela já estava pingando, então cuspi na minha mão e passei no meu pau antes de encostar na entrada. “Tá pronta?”
“Enfia logo, caralho!”
Empurrei com um só movimento, sentindo o anel arder enquanto engolia minha rola toda. Mihou gritou, as unhas cravando no tijolo enquanto eu me afundava até as bolas. “Porra, que cuzinho apertado—” comecei a meter com força, segurando os quadris dela enquanto batia sem dó. Cada socada fazia a buceta dela escorrer mais, e eu via o pau dela balançando, pingando no chão.
Mordi o ombro de Mihou de novo, deixando outra marca roxa enquanto acelerava. O cu dela estava quente, espremendo meu pau como se quisesse arrancar o leite direto. Eu sabia que não ia aguentar muito. “Vou gozar—”
“Dentro,” ela ordenou, arreganhando ainda mais.
Foi o suficiente. Enterrei até o talo com um grunhido, jorrando jato atrás de jato dentro dela enquanto ela se contorcia, gozando também, o pau dela pulsando e esguichando na parede.
A gente ficou ali um tempão, ofegante, grudado no suor. Quando finalmente me soltei, uma fita branca escorreu do cu dela.
Mihou olhou pra mim com um sorriso safado. “Tá achando que acabou? Só fui no primeiro round.”
E eu? Eu já estava pronto pra deixar ela me marcar todinho de novo.
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