Porn Stories Sem saber do seu ameo
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**TÃtulo: Encontro no Bordel – Macaco da Noite**
Eu nunca tinha entrado em um bordel antes, mas depois de uma noite inteira de bebedeira com os outros macacos da minha tropa, decidi que era hora de experimentar algo novo. O lugar era luxuoso, cheio de seda vermelha e luzes douradas, e o cheiro de incenso pesado no ar me deixou ainda mais tonto. Foi quando a vi: uma garota – ou melhor, intersexo – que me fez esquecer de tudo.
Mihou.
Era mais baixa que eu, mas tinha um corpo que parecia feito para a luxúria. Seus seios redondos quase saltavam do decote justo do robe que vestia, e aquele sorrisinho maroto me disse que ela sabia exatamente o que eu queria. Ela se aproximou, os dedos leves tocando meu peito, e eu já senti meu pau endurecer na hora.
“Você parece perdido, Grande Sábio,” ela sussurrou, a voz doce como mel.
“Eu sei exatamente o que quero,” respondi, puxando-a contra mim. Ela soltou uma risadinha e eu senti aquele calor entre as pernas dela, mesmo através das roupas.
“Então me mostra.”
Não precisei ser convidado duas vezes. Peguei ela no colo, sentindo como era leve, e carreguei até um dos quartos privados. Assim que a porta fechou, nossos lábios se encontraram, e eu senti o gosto doce dela na minha boca. Mão dela desceu até minha calça, apertando meu pau rÃgido através do tecido.
“Quero ver o que você esconde aÃ,” ela disse, enquanto eu arrancava minha roupa com pressa.
Eu a deitei na cama e abri o robe dela, revelando aquele corpo perfeito. Seus seios eram firmes, os mamilos duros e rosados, e minha boca caiu sobre eles sem hesitar. Ela arqueou as costas, gemendo quando eu chupei e mordisquei os bicos. Minha mão desceu até sua cinta, onde encontrei algo ainda melhor: sua boceta molhada e quente, já escorrendo de tesão.
“Você tem muita sede, não é?” Eu ri, esfregando meu dedo no clitóris inchado dela.
“Foda-se, Wukong, não me enrole,” ela gemeu, espalhando as pernas mais.
Quem eu era para negar? Enfiei dois dedos nela de uma vez, sentindo como ela estava apertada e quente por dentro. Ela gritou, agarrando os lençóis enquanto eu massageava suas paredes, o som úmido do meu dedo entrando e saindo enchendo o quarto.
“Quero seu pau agora,” ela implorou, os olhos cheios de desejo.
Eu não tinha como recusar. Empurrei ela contra a cama, posicionando minha rola na entrada dela antes de enfiar com força. Ela gritou, seu corpo se esticando para me receber, e eu senti cada dobra dela me engolindo.
“Porra, você é tão apertada,” eu grunhi, segurando seus quadris enquanto começava a meter.
Ela gemia a cada investida, seu corpo tremendo de prazer. Eu conseguia sentir a pulsação dela ao meu redor, apertando minha rola como se não quisesse que eu saÃsse nunca. Suas pernas se enrolaram nas minhas costas, me puxando mais fundo ainda.
“Mais forte,” ela gemeu, suas unhas cavando nas minhas costas.
Eu obedeci, batendo com força, cada estocada fazendo a cama tremer. O som dos nossos corpos se chocando se misturava com os gemidos dela, e eu sabia que não ia durar muito.
“Vou gozar,” eu avisei, sentindo o calor subindo na minha base.
“Dentro,” ela ordenou, e eu não resisti. Com um último empurrão fundo, jorrei dentro dela, meu pau pulsando enquanto despejava tudo. Ela gemeu alto, seu próprio orgasmo a atingindo, o corpo dela tremendo sob o meu.
Quando finalmente nos separamos, eu caà ao lado dela, ambos ofegantes e cobertos de suor.
“Volta outra hora?” ela perguntou, os olhos meio fechados de satisfação.
Eu só consegui rir. Com uma boceta daquelas? Claro que sim.
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